Be-A-Ba do Investimento - Parte 2
Relembrando o primeiro post desta “série”, havia sugerido que o primeiro passo para quem pensa em fazer investimentos para um futuro melhor, é viver abaixo de suas possibilidades. Hoje continuo está série comentando sobre o quê investir.
Assim que você conseguir arrumar a sua vida de forma a cumprir a primeira sugestão, você aos poucos deverá ir acumulando um pouco de capital para os investimentos. Com a “sobra” de todo mês, você vai ir juntando as suas econômias, e são elas, e APENAS elas, que você deverá usar para investir. Não caia na tentação de pedir um empréstimo para poder investir, mesmo que este seja com parentes ou amigos. Investimentos de renda variável, tocam muito o seu psicológico, e acredite, você não quer esta pressão extra nas suas costas na hora de tomar decisões que podem diminuir o seu capital.
A segunda sugestão então seria: Invista apenas as suas economias.
Em relação a manter o equilíbrio no orçamento, uma coisa que sempre faço é classificar as despesas em três categorias: essenciais, importantes e dispensáveis. No primeiro grupo, estão as despesas básicas que não se pode abrir mão, como moradia, água, luz, etc. No segunda, despesas importantes, mas que, no pior caso, podem ser excluídas. E no terceiro estão todas as despesas que podem ser cortadas sem maiores transtornos. Fazendo esta simples categorização, dá para avaliar, por exemplo, se vale a pena investir diminuindo despesas, ou não.
O maior cuidado que se deve ter é evitar pagar juros bancários, pois as Instituições Financeiras, especialmente no Brasil, cobram valores totalmente fora da realidade para uma economia estável e fica difícil “rearrumar a casa” pagando 6% a.m. em empréstimo pessoal, ou 13% a.m. com juro de cartão de crédito.
Aliás, Rafael, uma curiosidade: quanto é a taxa de juros praticada em Portugal pelos bancos? Tens um valor para comparação com o Brasil? Acho que daria um post bem interessante.
Abraço
Pois então Cláudio, e é esta idéia que eu gosto de comentar para as pessoas que começam a olhar para o mundo dos investimentos. Não se sintam tentadas a contrair dívidas para usar o dinheiro em investimentos. Use apenas o que te sobra todo mês. Se não te sobra nada, é porque não está na hora de pensar em investir!
Com relação a sugestão, vou ver com cuidado e escrevo um pouco a respeito, com certeza.
Gostaria de conseguir me organizar desta forma, com certeza eu teria mais dinheiro para investimento. O que eu faço no momento e um plano de investimento mensal para o qual destino uma parcela pré estabelecida do meu salário. Assim todo o mês meus investimentos aumentam um pouco devido aos juros compostos e por causa do meu deposito. é como se fosse uma conta mensal, para a qual eu separo o dinheiro
parabens pelo blog, suas opiniões e idéias são excelentes, continue assim
Isso é relativo. Um bom investidor vai saber a hora para alavancar o seu capital,e muitas vezes sera com dinheiro que nao he dele. sangue frio e calculismo sao qualidadis importantissimas para quem quer vencer no mundo dos investimentos
quando sai a continuacao da serie sobre investimentos?
gratz pelo blog, ta muito bom
A maneira que o Roberto faz eu acredito ser a melhor.
Destinar parte do seu dinheiro fixo para uma “poupança” de investimentos me parece a maneira mais fácil de se policiar.
Com relação ao comentário do Aguinaldo, eu acredito que um investidor muito experiênte vai saber lidar com a pressão e demais fatores involvidos, portanto isso não se aplica tanto a ele, mas sim para aqueles investidores que estão começando agora.
grande abraço
[...] a importância de se viver abaixo de suas possibilidades, e também alertei sobre o perigo de se investir “dinheiro que não se tem”, em renda [...]